segunda-feira, 28 de maio de 2012

Uma mensagem pessoal

No silêncio estão guardadas as mais poderosas palavras. 
As minhas, por exemplo, se diluem e formam ações, muitas vezes pequenas.
Poucos conseguem enxergar o quanto são importantes, porém estes poucos são aqueles que realmente as merecem, aqueles que realmente conseguem me ouvir.


domingo, 20 de maio de 2012

De volta a Damian (e às narrações) - Moria

Olá, meus leitores. Er... sinto muito pela ausência de textos, tempos ruins me perseguem, muitas coisas têm acontecido por aqui e me afastando dos lápis e dos cadernos, lotando minha cabeça de pensamentos que nunca consigo escrever. Tenho muitas histórias atrasadas, contos incompletos (o que não é exatamente uma novidade). Mas, vamos lá, estou fazendo o máximo possível para conseguir alguma coisa digna deste blog.
Bem, estou tentando construir uma cena onde alguns importantes personagens meus se encontram em Damian, minha "cidade oficial". Aqui vai uma pequena amostra (lembrando que provavelmente será alterada quando/se eu colocar a versão completa).

domingo, 29 de abril de 2012

Pensamentos de uma noite qualquer...

Eu era (e ainda sou) minha protagonista no teatro da vida. Com a sutil diferença que, nesse "era" eu não era exatamente personagem, mas sim uma atriz. Eu me erguia de manhã e uma densa mistura de cenas e regras de encenação construíam meu script, ditando como eu devia desempenhar meu papel, dando-me então uma personagem para ser, invés de tornar-me uma. Todos somos atores e atrizes, porém não sei qual a porcentagem dos que se tornam personagens e os que apenas representam. Bem, voltemos a mim, porque houve um momento que deixei de representar.

Não existem mudanças súbitas, é necessário um impulso do mundo externo e uma complexa reestruturação interna. A análise foi meu fator principal, enquanto eu procurava perguntas nas respostas. Quando eu não encontrava respostas para essas perguntas, eu voltava as respostas que lhe originaram e descobria uma ambiguidade. Eu sei, parece um monte de informações jogadas ao vento.

Nós somos seres tão complexos que esquecemos o poder da simplicidade.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Ausência²

E então... Passei uma semana sem internet ou celular por motivos de força maior e acabei não escrevendo a continuação da história dos caçadores. Sinto muito. Eu não escrevi absolutamente nada, fiquei sem música também e, mesmo que ainda tivesse lápis e cadernos, faltou-me inspiração. Esse fim de semana também tenho uns assuntos pendentes a tratar agora que voltei, não sei se poderei escrever. Qualquer coisa, posto aqui e, mais uma vez, paciência!

sábado, 7 de abril de 2012

Um encontro de irmãos - II

(Antes)


"Os dois entraram numa loja de conveniência de um posto de gasolina não muito longe dali. O homem velho próximo a uma das bombas olhou para eles com uma cara feia e entrou junto, indo atendê-los atrás do balcão. Cramer impressionou-se quando Lucy disse ter mantido a promessa de nunca beber e comprou uma cerveja só para si. Deu uns trocados a mais para que o velho não os incomodasse. Eles se encostaram um ao lado do outro na parede lá fora, admirando o céu poluído e suas poucas estrelas, como sempre gostaram de fazer.
- Muitas vezes eu tentei acreditar que te veria de novo. – confessou a pequena, olhando-o de relance a tomar um gole. – Achei até que havia morrido.
- Quase morri, muitas vezes. Achei que você seguiria outro rumo, longe dessas coisas.
Um curto silêncio dominou o espaço entre o casal. Por um instante ela pensou que ele estivesse brincando, subestimando-a. Porém Cramer estava sério, ele se preocupou. Era ela quem mesmo agora mal via os perigos do caminho que escolhera trilhar.